domingo, 30 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
FILHO REBELDE
Carta à um filho rebelde
Meu filho, esta mãe contra quem você se rebela tantas vezes por lhe impor limites e disciplina, esta mãe a quem você interrompe com rudeza, antes mesmo que ela possa concluir o que estava tentando lhe dizer, esta mãe a quem você culpa por tudo e sobre quem você despeja a sua ira,toda vez que o mundo lá fora não lhe sorri esta mãe cujos carinhos você repele porque agora acha-se adulto e não quer mais ser tratado como criança, esta mãe de quem você sempre cobrou um pai, sem ater-se ao fato de que ela desdobrou-se para ser mãe e pai ao mesmo tempo, educando-o e provendo-o,É A MESMA MÃE QUE de bom grado renunciou a si mesma para que nada lhe faltasse!
É a mesma que espera você dormir para afagar sua cabeça e orar na cabeceira de sua cama.
Sabe, meu filho, eu o perdôo porque todas as mães são puro amor e perdão.


É a mesma que sorri e contemporiza para desanuviar o ambiente nas suas horas de desatino, sem que você perceba as lágrimas que escorrem por dentro.
Porém, meu filho, eu não poderei impedir que, bem lá na frente, você queira desesperadamente voltar no tempo para dizer:
- Obrigado, Mãe!
- Eu te amo, Mãe!
Tomara meu filho, que eu ainda esteja por aqui para receber o seu abraço.
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CRIATIVIDADES
Não se alienem de sua criatividade!!!!
O título é copiado daqui. Eu já tinha ouvido falar do Dimantas e do Felipe Fonseca, mas só agora começo a ter dimensão de quem são esses caras. Deu vontade de gritar, chorar e rir ao mesmo tempo enquanto lia o post da Gambiarra. Minha vontade foi além de remixar, blogar e distribuir…Quero vestir a camisa e sair aí pelos cantos com indicador fixo para mensagem. A Gambiarra é válida para as mães, mulheres, blogueiras e toda Sociedade da Informação. Eu não tenho idéia do todo que representa esse post, mas sinto ele na pele. Vivi muito disso, ainda engatinho para deixar a submissão de transformar tudo em produto de lado, mas já começo a respirar outros ares.
É uma questão de processos. Confesso que eu continuava processando tudo sem virar a cabeça. Agora tô começando a plantar bananeira. Ando só caindo, é verdade, mas recomeçar é muito bom. Cada tentativa realmente torna o problema menor. E como já foi exagerado meu jeito de ver as coisas. Tudo tão dolorido e tão abundante. Tão ingênuo e tão vítima. Mas extremamente necessário. Eu agradeço por cada caída, cada buraco, ruptura e pelas pessoas más que passaram pelo meu caminho. Valeu a pena!
Ler Dimantas e Fonseca me faz acreditar que é necessário fazer diferente. Não se trata de negar o óbvio. É preciso seguir em frente, buscar as pessoas certas, formar as infinitas redes, construir e reconstruir a si mesmo. Não é fácil. Tenho a sensação de que o gênero potencializa meu jeito de olhar as coisas, mas chega de ser boazinha. É hora de fazer gambiarra. Se estiver disposto, o convite tá feito!
É uma questão de processos. Confesso que eu continuava processando tudo sem virar a cabeça. Agora tô começando a plantar bananeira. Ando só caindo, é verdade, mas recomeçar é muito bom. Cada tentativa realmente torna o problema menor. E como já foi exagerado meu jeito de ver as coisas. Tudo tão dolorido e tão abundante. Tão ingênuo e tão vítima. Mas extremamente necessário. Eu agradeço por cada caída, cada buraco, ruptura e pelas pessoas más que passaram pelo meu caminho. Valeu a pena!
Ler Dimantas e Fonseca me faz acreditar que é necessário fazer diferente. Não se trata de negar o óbvio. É preciso seguir em frente, buscar as pessoas certas, formar as infinitas redes, construir e reconstruir a si mesmo. Não é fácil. Tenho a sensação de que o gênero potencializa meu jeito de olhar as coisas, mas chega de ser boazinha. É hora de fazer gambiarra. Se estiver disposto, o convite tá feito!
Educação infantil
Descrição Rápida
| Autora: ZILMA MORAES RAMOS DE OLIVEIRA |
Sinopse Este livro aborda aspectos que historicamente têm orientado a ideia de quais seriam as funções da creche e da pré-escola enquanto instituições de atendimento e educação de crianças pequenas e de como o cotidiano delas deva ser organizado. Discute o dualismo com que as funções dessas instituições têm sido pensadas em razão da camada social atendida: custódio-assistencial para os mais pobres e educativo-desenvolvimentista para as crianças dos meios sociais mais favorecidos. Destaca elementos para a construção de uma proposta pedagógica por parte das instituições infantis com base numa visão de desenvolvimento como processo sociocultural que envolve a criança como um todo na interação com parceiros diversos em ambientes simbolicamente estruturados e com base no reconhecimento da importância de um trabalho com as famílias na promoção do direito das crianças à infância. |
"Quando nasce um pensamento no coração daquele que tem amor, até os ondas e o mar começam a perguntar quem será? É então que descobre que existe algo mais além do mar. O bom tesouro que foi procurado se encontra quando mergulha nas profundezas do coração daquele que ama, logo vai encontrar."
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(paula esther)
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(paula esther)
sábado, 1 de janeiro de 2011
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